6 de dezembro de 2018

A esquerda do lado errado da história

Lembro muito bem quando Lula ganhou em 2002 pela primeira vez. Eu que não havia votado nele lamentei. Mas rezei  para que fizesse um bom governo e que os sinais sobre ele e o PT estivessem errados. Dei o benefício da dúvida.
Foi assim em 2006, 2010 e até mesmo na reeleição de 2014 da Dilma, quando não havia dúvidas que o governo dela ia ser um desastre, uma calamidade pública. Eu torci e rezei para que desse certo. Claro, moro aqui e não quero que algo dê errado apenas para provar meu ponto de vista, para que o partido e candidato que eu não gosto se deem mal.
Hoje vejo os inimigos de Bolsonaro, os inimigos dos conservadores torcendo para que ele faça um péssimo governo. Que o Brasil afunde em uma crise, que o nosso país entre em uma recessão só para que depois eles possam dizer: Eu avisei.
Essa é a diferença entre a esquerda e o resto das pessoas. Ela quer ter razão, ela não quer a verdade. Ela quer o que acredita e defende pouco importando os meios para atingir. Não sabe a diferença entre oposição e sabotagem. Para a esquerda a verdade é relativa e fatos uma imposição.
Isso só confirma o que sempre defendi. A esquerda esta do lado errado da história. Sempre esteve. A esquerda apoia regimes ditatoriais e genocidas, mas é contra o trabalho, contra a liberdade, contra o mérito da conquista, contra a fé das pessoas. A esquerda é um parâmetro para fazer a coisa certa. A esquerda é contra? Pode fazer que é bom e vai dar certo.
Guilherme Palma

4 de dezembro de 2018

Cristão opressor

O pai chega para o filho de 10 anos de idade e diz:
- Meu filho. Algumas coisas que você precisa saber para enfrentar a vida:

Amar e buscar a Deus.
Não roubar.
Não matar.
Trabalhar muito para conquistar as coisas.
Respeitar as pessoas e o espaço delas. Lembre-se que a sua liberdade termina quando começa a do seu próximo.
Amar e proteger sua família ensinando bons valores aos seus filhos.
Ser forte em todos os momentos de dificuldade da sua vida.

De acordo com a esquerda, desse pequeno interlóquio entre pai e filho nasceu mais um cristão opressor.

Guilherme Palma

13 de novembro de 2018

Adeus Stan Lee e muito obrigado!


Esse homem me fez sonhar. Desde a mais tenra infância. Mesmo antes de eu saber ler e escrever. Meu pai comprava revistinhas do Homem-Aranha e do Incrível Hulk só para eu ficar olhando as figurinhas. Eu escalava paredes, jogava teia de aranha pela casa inteira, prendia bandidos e tirava fotos para vender ao meu editor no jornal onde eu trabalhava. O Clarim Diário. Eu como Incrível Hulk dava saltos de quilômetros de distancia. Dava murros esmagadores no chão que abriam crateras, urrava tão alto que isso por si só assustava os vilões e assustava minha mãe que falava para meu pai "não era bom levar esse menino no médico?”.
O tempo passou, eu aprendi a ler e fui descobrindo quem era esse tal de Stan Lee. E passei a descobrir mais sobre o mundo mágico que ele criou e fiquei ávido por conhecer outros super-heróis.  Conheci o Capitão América e achei fascinante como ele sempre fazia a coisa certa, não importando as dificuldades. Um homem de uma nobreza impressionante e um patriotismo contagiante. Não para me fazer amar os EUA, mas sim dar valor a minha pátria. Logo estava arremessando escudos pela casa. Mas aí conheci Thor, o Deus do Trovão e logo estava arremessando Mjolnir, meu poderoso martelo que me fazia controlar as tempestades. Fui também o Homem de Ferro. Um playboy milionário e filantropo que sem ninguém saber vestia uma poderosa armadura e enfrentava o crime.
Quando já era adolescente fui conhecer os X-MEN. E um novo horizonte se abriu para mim. Até então o mundo na visão de Stan Lee e na minha era maniqueísta. Ou seja, era dividido em bom e mau. Os super-heróis não tinham tantos dilemas e conflitos internos, pegava-se os bandidos, sem provocar a morte dos mesmos, o bem vence sempre e ponto final. Não havia questões sociais inseridas nas estórias. A começar pela figura de Charles Xavier, o fundador e mentor do grupo, que era claramente inspirado em Martin Luther King que era contra rótulos raciais e sim que deveríamos viver em harmonia como iguais. O personagem Logan, Wolverine, que era um homem que matava muitas vezes e vivia tentando controlar seu temperamento explosivo e animalesco.
Stan Lee foi um gênio criativo. Seja  apenas entretendo, despertando o gosto pela leitura, mas também apresentando para crianças em formação questões importantes. O respeito pelo que é diferente, o moralismo do Capitão América que mesmo soando meio piegas é justamente o que esta em falta hoje em dia. A luta do Homem de Ferro para combater o alcoolismo. Um universo de complexidades que levaram gerações de crianças a procurarem o dicionário para descobrir palavras novas que encontravam nas estórias, levavam crianças a debater questões sociais com os pais e de certa maneira incutindo na cabeça delas a necessidade de se fazer o bem, a coisa certa.
O legado dele vai durar. A maior prova disso é que quando foi lançado o filme do Homem-Aranha em 2002 meu pai ficou encantado e me disse: “Você não sabe como eu sonhava em ver isso quando era criança”. Stan Lee descanse em paz. A sua missão foi cumprida e muito a contento. Muito Obrigado.
Guilherme Palma

25 de outubro de 2018

Acuse-os do que você é

Bolsonaro é machista, mas se uma mulher declara voto para ele é chamada de burra.
Bolsonaro é racista, mas se um negro declara voto para ele dizem que ele tem síndrome de vira lata.
Bolsonaro é homo fóbico, mas se um gay declara voto para ele é ofendido e escorraçado das redes sociais, com ofensas que não ouso reproduzir aqui.
Bolsonaro é fascista, mas foi esfaqueado, em um claro atentado contra a democracia por surgir como uma alternativa.

Os críticos de Bolsonaro ficam repetindo aos eleitores do Bolsonaro: "vai estudar", mas eles mesmos se recusam a tentar entender porque Bolsonaro se tornou um fenômeno de popularidade entre gays e heterossexuais, homens e mulheres, ricos e pobres, negros e brancos.
Críticos do Bolsonaro não entendem e não aceitam que a população não quer ser dividida nesses rótulos.

Por esses motivos e também pela classe política e imprensa quase que em sua totalidade serem contra Bolsonaro que ele se tornou uma alternativa.


Guilherme Palma

11 de novembro de 2016

Sobre Muros

Na minha casa eu controlo quem entra e quem sai. Na minha casa eu concedo "visto temporário" para quem quiser visitar. Se a pessoa não sabe a hora de ir embora eu posso pedir para que ela saia. Na minha casa eu tenho, vejam só, um muro para impedir que outras pessoas entrem lá sem minha autorização. As coisas são dessa forma para preservar minha família que vive lá. 

Guilherme Palma

10 de novembro de 2016

Donald Trump, o monstro sem dentes

Esta um pânico generalizado nas redes sociais pelo fato do Donald Trump ter sido eleito. E eu me pergunto o que as pessoas sabem de Trump? Só o que a Globo News, Jornal Nacional, Zero Hora fala sobre ele. A Globo News que descaradamente apoiou Hillary desde o começo, distorcendo falas de Trump, omitindo escândalos da família Clinton.

Machista? Sim. Homofóbico? Talvez. Xénofobo? Não creio. Apenas quer restringir quem entra em seu país e valorizar seus habitantes, nascidos lá ou com visto permanente. Ora, deixem de ser estúpidos, já existe lá uma cerca que isola o México. Pode fazer um governo ruim, razoável, ninguém sabe. Mas tocar o terror na América eu não creio. Nesse ponto Bush era pior. Acredito inclusive que pode se acertar com Putin e selar a paz com a Rússia.

O fato é que Trump é rico e bem sucedido. Polêmico e diz verdades que as pessoas têm medo de falar e abala o status quo. Estremece o suposto politicamente correto. E seu discurso alcançou o americano que quer trabalhar, pagar as contas e esta de saco cheio das mentiras e hipocrisia da esquerda. Esquerda que fica defendendo terroristas, vale lembrar.

E o que mais frustra as pessoas é o fato de estarem sendo manipuladas pela imprensa. Intelectuais, inteligentes que vivem numa bolha. Ficam com seu Iphone, comendo em restaurantes caros resolvendo os problemas do mundo com discursos socialistas ultrapassados e não enxergam as pessoas reais. É mais fácil odiar o milionário bem sucedido.

E para o lado dos Clinton pesam questões de pedofilia, exploração infantil, financiamento de abortos, lavagem de dinheiro, perjúrio, obstrução da justiça, negociatas envolvendo a fundação Clinton e por aí vai. Ninguém fala nada disso?

O Brasil numa crise política, recessão, escândalos de corrupção, o perigo da Lava Jato ser abafada por um criminoso que ocupa a cadeira do Senado e ninguém se indigna com isso. Uma sequência de presidentes ruins, corruptos e incompetentes e as pessoas criticam o voto dos americanos?

Não sei o que esperar do Trump e também não concordo com tudo que ele diz, mas acho que devemos acordar para a realidade e olhar para nós mesmos e deixar de transformar política em torcida de futebol.

Guilherme Palma

2 de setembro de 2016

Rebelde sem causa

As pessoas que estão depredando patrimônios públicos e privados, bloqueando ruas, atacando policiais em nome do "Fora Temer" são em sua maioria uma geração que não sabe o que é viver sob opressão, censura e regime ditatorial. É a geração que mais goza de liberdade na história do Brasil. Liberdade de opinião. De estilo de vida. Liberdade sexual. Liberdade para colher os frutos do seu trabalho e estudo. O mais irônico é que dizem lutar por isso.

E agora ameaçam essa liberdade e até sua integridade física para defender políticos de passado duvidoso e ética questionável. Demagogos que se denominam porta voz dos excluídos. Que usam discursos datados com ranço de um sistema político fracassado.

Dizem que lutam pela democracia, mas não admitem opiniões adversas. E na primeira chance que tem chamam de "reaça" e fascista (que aliás é uma ofensa grave e passível de processo) quem não concorda com eles. Mentalidade essa advinda do ensinamento de professores socialistas nas escolas e universidades. E depois falam que escola sem partido é escola sem pensamento crítico. 

Professores que criaram uma geração de preguiçosos mentais com uma visão unilateral e raivosos que lutam por algo que nem sabem o que é. Eu chamo de rebeldes sem causa. Que Deus abençoe essa geração e os nosso filhos. E desejo essa benção sabendo que corro o risco de ser chamado de cristão opressor.

Guilherme Palma

02 de setembro de 2016

16 de agosto de 2016

"Presidenta" não existe e rogo para que caia no esquecimento logo

Desconfie de todo "jornalista" que escreva alguma coluna, artigo ou reportagem sobre Dilma Rousseff se referindo a ela como "presidenta". Ele provavelmente é tão corrupto quanto e há grandes chances de estar sendo financiado com dinheiro público para escrever sobre ela.

Guilherme Palma

1 de agosto de 2016

O Mito da Minoria Radical Muçulmana

O Papa diz que é injusto associar o Islã ao terrorismo, pois uma minoria é radical. Mas o radicalismo não é feito somente de terroristas. Pesquisas realizadas em vários países com alta concentração de muçulmanos, a grande maioria apóia a implementação da Sharia. Mutilações, apedrejamento de mulheres, homossexuais, castrações, e por aí vai.

Muitos também acham justificável atentados com vítimas civis. Se a grande maioria não fosse radical se uniriam a algumas vozes solitárias de muçulmanos espalhadas pelo mundo. O terrorismo não precisa somente de homens bomba e quem os treina. Basta declarar apoio moral, financeiro e religioso e muitas vezes o próprio silêncio já é o suficiente.

Se não fosse dessa forma o que justificaria pessoas que nem foram nascidas em países ou sob ensinamentos islâmicos se juntarem a eles, como é o caso de alguns brasileiros presos poucos dias atrás por suspeita de terrorismo. Como diz Ben Shapiro no vídeo abaixo, a questão não é se o Islamismo é violento e sim no que seus seguidores acreditam, pois é segundo suas crenças que eles agem. Basta ver o Antigo Testamento e quanta violência suas páginas contém. Se fosse assim, teríamos cristão e judeus apedrejando mulheres adulteras o tempo todo.


Guilherme Palma

29 de julho de 2016

Meritocracia só é ruim para preguiçosos

Você pode ficar se lamentando que o mundo é cruel e injusto. Você pode colocar a culpa de seus fracassos e frustrações na sociedade, que sem sombra de dúvida, passaria por cima de você se tivesse chance.

Você pode dizer que é discriminado e que a polícia te persegue. E são coisas que acontecem.
Você pode ficar esperando o governo fazer algo por você e ficar reclamando seus direitos ao invés de cumprir seus deveres

Ou você pode fazer como Lucas Bernardo Furtado.


O estudante Lucas Bernardo, de 19 anos, conseguiu vaga de graduação em duas universidades dos EUA.
Leia a reportagem clicando AQUI

Meritocracia só é ruim para os preguiçosos.

Guilherme Palma