12 de março de 2009

Um mundo perfeito

O título deste texto não é uma referencia ao filme estrelado por Kevin Costner. E sim a um sonho que eu tive essa noite. Acordei com vontade de dormir novamente e viver no mundo dos sonhos.

Sonhei que o mundo não tinha portões, cercas, guerras, fome, pobreza, injustiças sociais, divórcios, inimizades, violência, assaltos, alarmes, diferenças quanto a cor, religião, enfim. Varias dessas coisas que depreciam a vida na Terra.

A grama era de um verde vivo, sem igual. As pessoas se abraçavam nas ruas. Todo mundo se cumprimentava. Era só sorriso. De uma educação e cordialidade fora do comum. Uma utopia, enfim.

Também não é uma referencia a musica ‘Imagine’ de John Lennon. Foi um sonho real. Ou melhor, foi uma realidade sonhada. Sei lá, só sei que foi fantástico. Eu fui fundo nessa história (no sonho) para tentar decifrar o porquê disso, desse mundo em paz.

Queria descobrir onde que a humanidade tinha acertado. Não é que eu estava insatisfeito com esse mundo perfeito. É que de certa forma, inconscientemente eu sabia que estava sonhando. Se é que ficou claro.

E eu descobri porque o motivo dessa felicidade toda. Era um mundo sem advogados. Não existia um formando em direito sequer. Uma vida sem OAB, litígios, sem petições, sem indução, coerção, absolvição, réu, júri, jurado, testemunhas, processos, recursos, embargos, calunias, má-fé e outras denominações e adjetivos relacionados.

Eis o segredo para um mundo perfeito. Um mundo sem advogados. Agora que revelei o segredo, basta por em pratica.

Guilherme Palma

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