Tanta pressa e correria não me deixam escrever como gostaria
A ansiedade é tanta que chega a causar disenteria
Às vezes me sinto um impostor
Por não ser um verdadeiro escritor
Invento mil desculpas ao meu fiel leitor
Mas juro que não o faço sem sentir dor
Eu sei que a métrica não tem nenhuma estética
E a rima é mais sofrível que aula de aritmética
Estou encerrando esse poema sem mais delongas
Para preservar o que resta da minha honra
Guilherme Palma
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